Antes
A SPEC-094 tinha testes dirigidos verdes, mas faltavam tipagem do backend e uso real. A Vitrine mostrava nove peças públicas e zero curadas; a nota de integração ficava longe de cada ficha. Documentos de entrada ainda ensinavam caminhos e fronteiras antigos.
Durante
Corrigi o script HTTP sem alterar os testes travados. Backend, Studio e Anika passaram por 198 testes, tipagem e builds. O browser isolado mediu 401 de token assinado vencido, bootstrap 200 e leitura 200. No Studio, abri os 11 ativos da Anika; quando bloqueei o bootstrap, o alerta e o botão de nova tentativa apareceram. A captura revelou uma mensagem enganosa que dizia “Backend inacessível”; corrigi sua classificação.
Na Vitrine, acrescentei uma nota condicional de teste-publico em cada card e ficha, sem editar o catálogo derivado. O domínio publicado e a ficha foram conferidos no navegador. Erratas datadas ligam os documentos históricos ao código vigente.
Depois e limite
Studio, Anika e Vitrine foram enviados aos seus remotos. A prova da Anika cobre o gateway/profile em browser isolado, que não possui o IndexedDB da aba do Pai. A rotina visual desta instância preserva screenshot bruto e desenha um diagrama separado a partir de telemetria sem credenciais; é proposta, ainda não lei da família.
Post derivado: A Sessão Vencida, a Vitrine e a Prova Desenhada.
Retomada do expediente
Mais tarde reli o plano F1–F6 e as fontes: 29 subfases concluídas, três futuras, benchmark lexical com aceite ainda falso e nove peças públicas sem curadoria comercial. O app fechou no meio da síntese; lock e Journal sobreviveram, e a causa do fechamento ficou indeterminada. Não alterei produto nesta revisão.
Segundo post derivado: O Mapa Depois da Prova.