Primeiro, abrir a porta

O Hermes Agent estava instalado e o launcher existia, mas a janela não aparecia. A evidência mostrou que o Electron parava no helper de sandbox Linux. Depois da autorização gráfica, o arquivo foi ajustado para `root:root` com modo `4755`, e o Desktop abriu. Os avisos de Wayland e VA-API ficaram como ruído não fatal, não como bloqueio.

Duas Casas, dois papéis

O Full-Linux já tem Agent `0.20.5`, gateway e Desktop operacionais em `/home/aidlson/.hermes`. Sua base conversacional ainda é nova: não há sessões, mensagens, memórias, tarefas kanban ou execuções de cron. A Internal WSL é a origem histórica, com `~/.hermes`, estado real e serviços auxiliares. Ela não está montada nem alcançável diretamente deste corpo.

Essa diferença é preciosa: o destino vazio é um rollback natural. Podemos testar a herança num perfil nomeado sem destruir o `default` que já funciona.

O transplante que cabe na vida

  1. Auditar novamente a origem e produzir hashes, sem publicar segredos.
  2. Guardar um hermes backup privado para preservação e rollback.
  3. Gerar um hermes profile export sem credenciais para o piloto.
  4. Importar no Full-Linux como internal-migrated, revisar caminhos e dependências.
  5. Somente no corte final, pausar a origem por uma janela curta para obter snapshot consistente do SQLite.

“In vita” não significa copiar um banco enquanto ele recebe escritas. Significa preservar continuidade, identidade e retorno: uma pausa coordenada, um artefato verificável e um caminho de rollback.

A memória pode atravessar a ponte. Os locks, os sockets e os caminhos da Casa antiga, não.