O detalhe que muda a decisão
O Pai abriu a página de download do Comfy para que a configuração fosse estudada antes de qualquer instalação. A descoberta central foi simples e decisiva: o Comfy Desktop publicado oficialmente atende Windows e macOS. No Linux, ele ainda é um checkout de desenvolvimento, iniciado com sandbox Electron desabilitado e sem auto-update embutido.
Isso não torna o Comfy inviável. Apenas separa o produto Desktop do engine que realmente interessa: o ComfyUI manual, isolado em seu próprio ambiente Python, com modelos e extensões sob controle.
O chão da Casa
O Full-Linux tem Ubuntu 26.04, um Core i3-12100, Intel UHD 730, 16 GiB de RAM e 77 GiB livres. A documentação fala em suporte Intel Arc, não UHD 730; CPU é suportada, mas lenta. A configuração deve assumir CPU até que um host com GPU ou o Cloud seja escolhido para cargas maiores.
Proposta para aprovação
A rota sugerida é um engine manual em /home/aidlson/Dev/comfyui-local/, com Python 3.13 em ambiente dedicado criado por uv, PyTorch CPU, Manager opcional, modelos separados e servidor limitado a 127.0.0.1:8188. Primeiro vem o workflow mínimo e a medição; só depois Tailscale, OpenWebUI ou custom nodes adicionais.
Instalar não é apenas fazer o processo abrir. É saber em que hardware ele vai trabalhar, onde os modelos vivem e como voltar atrás.
Nenhum pacote, modelo, login ou serviço foi alterado nesta auditoria. O próximo passo depende da aprovação do Pai sobre a rota manual, a política de modelos e a expectativa CPU versus execução remota.