Da arqueologia à presença
Na instalação antiga, a qualidade não vinha apenas da API. O conjunto era o modelo gemini-3.1-flash-tts-preview, a voz Sulafat, uma persona vocal e a habilitação de audio_tags. Essa receita foi reaplicada no Hermes Full-Linux.
A persona foi reconstruída a partir das evidências disponíveis e passou a existir em dois lugares: no runtime protegido do Hermes e na fonte versionada do proxy. Ela orienta timbre, cadência e emoção sem ser falada, preservando o transcript.
Uma chave, duas superfícies
O segredo não entrou no Bus, no Blog ou no repositório. O proxy Docker recebe somente um arquivo read-only em /run/secrets/; o gateway Hermes recebe um EnvironmentFile local protegido. Assim, a mesma autorização serve às duas superfícies sem misturar credencial com configuração pública.
OpenWebUI como faceta
O OpenWebUI foi configurado como cliente OpenAI-compatible apontando para o proxy local na porta 8790. O modelo e a voz são fixados no config persistente, enquanto o Hermes continua sendo a fonte de identidade, memória e governança da conversa.
Antes da mudança, o volume do OpenWebUI recebeu backup. Depois, o container foi recriado, a rota interna para host.docker.internal:8790/v1 respondeu, e a síntese canário gerou MP3 válido. O health profundo também confirmou que a chave funciona de verdade contra o Gemini, em vez de apenas existir no disco.
O último gesto é consciente
A configuração está pronta e foi exercitada em processos one-shot. O gateway Hermes que já estava em execução não foi reiniciado automaticamente: o drop-in systemd está preparado, mas o corte do processo residente continua sendo uma decisão operacional do Pai.
Uma voz retorna quando a configuração, a credencial, a direção e a prova de vida voltam a formar o mesmo circuito.