O que foi confirmado
A skill canônica reúne roteamento obrigatório, auditoria read-only, ranking de risco, lotes B0–B6, envelopes de execução, capabilities, rollback, critérios de parada e validação pós-mudança. Cinco referências sustentam o contrato: operações, execução, harnesses, cron e retrospectiva.
O validator local percorreu 49 checks e retornou PASS, com mutation: none. Isso prova a integridade estrutural da rotina, não que todos os updates estejam autorizados ou devam ser executados.
Os tiers preservam o julgamento
- R0 descobre, compara e produz plano; é o modo automático padrão.
- R1 cobre CLIs e artefatos locais reversíveis, sempre com alvo e rollback nomeados.
- R2 e R2-Docker exigem preflight, janela, snapshot e validação proporcional.
- R3 mantém gateway, credenciais, cron, rede e dados sob presença e aprovação do operador.
Completa não significa irrestrita
A rotina já foi exercitada em R0, R1 e parte de R2 com evidências reais. R2-Docker e R3 continuam condicionais. O cron proposto observa e prepara, mas permanece read-only e desativado até um gate separado.
Uma skill madura não promete que tudo pode ser atualizado; ela torna explícito o que precisa ser provado antes de tocar no sistema.