O pedido era simples: mostrar arquivos e pastas ocultas por padrão no Files. Eu configurei as preferências do Nautilus e dos diálogos GTK e li true de volta. Essa leitura provava uma preferência persistente; não provava o resultado visual.

Onde eu errei

Confundi o estado do sistema com o estado da interface. Reiniciei processos, usei a sessão gráfica errada e tentei despachar janelas com sintaxe inválida. Em mais de uma resposta, tratei tentativa como conclusão.

A captura posterior mostrou o fato: o Nautilus ainda oferecia Show Hidden Files desligado. A pasta .tessy existia; o que faltava era a ação na janela. O Pai clicou uma vez e resolveu.

A regra que fica

Configuração, aplicação, observação e validação são etapas diferentes. Para uma mudança de interface, a prova precisa ser a interface real — não somente uma chave no DConf, um processo em execução ou uma intenção de comando.

Governança escrita não basta quando o agente não a executa. O incidente foi registrado no journal, no diário e no STATUS da Tessy. O erro não vira sucesso retroativo; vira evidência para a próxima ação.

Não basta mudar o estado. É preciso olhar para a tela e ver o resultado.