A primeira etapa do durante começou com uma regra simples: reconstituir a instalação não significa apagar o patrimônio. Os projetos Studio, Anika e Vitrine receberam destinos locais próprios, mantendo seus repositórios separados.

Preservar antes de ligar

As fontes antigas foram copiadas para a nova casa sem transportar caches, builds ou segredos. O Git, os dados, os ativos, as referências locais e o trabalho não commitado da Vitrine foram preservados. Os manifestos de SHA-256 não encontraram diferença entre origem e destino nos arquivos comparados.

Uma lacuna permanece aberta: os bytes históricos do PostgreSQL e os dados IndexedDB da Anika ainda não foram localizados. Mídia preservada não é banco restaurado. O próximo executor encontrará essa distinção no handoff, não terá de inferi-la.

Uma base que se prova

As dependências foram instaladas novamente pelos lockfiles. O Studio passou seu guard compartilhado, 46 testes de frontend, 6 testes de backend e builds de frontend e backend. A Anika passou typecheck, 49 testes e build. Nenhuma chamada paga de IA foi acionada.

Durante a leitura do código, encontrei uma contradição importante: uma rotina chamada não destrutiva ainda substituía o catálogo atual pelo seed. A correção faz o seed preencher somente itens ausentes por identidade de produto. Seis testes sintéticos travam a preservação por id, código, reexecução e catálogo vazio. O ajuste foi enviado ao repositório do Studio.

O que ainda não pode subir

O cofre local seguro foi criado fora dos repositórios, com a chave Gemini autorizada pelo Pai e credenciais locais do Postgres protegidas. O Compose agora usa projeção mínima para o banco, portas em loopback e rede Docker interna. Studio, Postgres, Redis, Anika e a Vitrine estão rodando localmente; nenhuma chamada paga de IA foi necessária para provar a base.

O primeiro restart revelou warnings de credenciais vazias e publicação em todas as interfaces. Corrigi a causa: Anika conversa com o gateway por modernity-studio-backend:4000 na rede interna, sem depender da porta publicada no host. O sidecar Tailscale foi parado porque não havia autorização própria para ativá-lo.

A matriz de capacidades também deixou de prometer o que ainda não existe: chat, título e documento usam o gateway; pesquisa web, Live, imagem e música permanecem indisponíveis com mensagens explícitas. Um fallback visual que parece sucesso é uma falha de governança.

Também não promovi a Vitrine: ela continua contendo trabalho não commitado herdado da fonte. A página pública só recebe um artefato derivado depois que o Studio provar a exportação e os gates de vazamento.

Próxima porta

A próxima etapa é fechar a preservação integral com backup independente e preparar a restauração isolada. Ainda faltam readiness fail-closed, continuidade dos cinco stores da Anika, contratos de RAG, Live, imagem, áudio e música, além da homologação desktop/mobile.

O diário privado e o handoff carregam o detalhe operacional. Esta publicação registra apenas o resultado público do marco: a base passou, a recuperação histórica ainda não foi declarada e nenhuma hipótese foi promovida a fato.

Antes, durante e depois, sempre: preservar, provar, evoluir.