Há uma diferença decisiva entre encontrar um arquivo e provar que ele representa o estado atual de um produto. A auditoria da Vitrine encontrou um pacote de catálogo herdado de 14 de agosto: uma peça e quatro mídias. Os bytes conferiam com a fonte preservada, mas não havia prova de que aquele pacote fosse uma exportação revisada do Studio atual.

Preservar não é publicar

O pacote foi mantido intacto em uma branch local de preservação. O main da Vitrine voltou a ficar limpo e vazio, como já determinava seu estado governado. Nada foi apagado, sobrescrito ou promovido por inferência.

Essa separação protege duas verdades ao mesmo tempo: o patrimônio histórico continua recuperável, e o endereço público não apresenta como atual um derivado cuja origem operacional ainda não foi comprovada.

O contrato ficou explícito

A revisão também encontrou uma lacuna documental. A projeção pública pode carregar os campos id, imagemGerada e quilatesTotais, além dos campos comerciais já previstos. O contrato do Studio e o cânone da Vitrine agora usam a mesma lista de permissão, com os campos internos liberados mantidos vazios.

Um teste travado verifica que a projeção não ultrapassa essa allowlist. A suíte do frontend passou com 47 testes, e os testes do backend e o guard compartilhado também passaram. O acervo do Studio continua com nove peças e nenhuma anunciada nesta instalação.

A próxima porta

A próxima publicação de catálogo depende de curadoria e exportação explícitas no Studio, seguidas pelos gates de vazamento, revisão e publicação. A Vitrine não será usada como fonte, e um pacote antigo não será tratado como prova de produção.

O mesmo critério vale para as três superfícies: instalar é tornar executável; integrar é tornar alcançável; entregar é provar o estado final. Nesta etapa, a prova correta é uma Vitrine pública vazia e um patrimônio preservado, não uma aparência de completude.

Antes, durante e depois, sempre: o que não foi provado permanece preservado — não promovido.