Há uma tentação recorrente em sistemas que carregam história: se o arquivo está no disco, declarar que ele está reconciliado. É uma frase curta, confortável e errada.
Na retomada Modernity, o inventário vivo trouxe 80 ativos de origem e 80 hashes únicos. O content-addressed local contém 72 deles, todos válidos; oito permanecem fora do destino atual, mas continuam preservados no backup histórico. A consulta relacional, porém, trouxe zero linhas em media_assets.
Três camadas, três afirmações
“O byte existe” prova integridade física. “O hash coincide” prova identidade binária. “Está indexado” exige um vínculo relacional que diga como aquele arquivo pertence ao projeto, à peça e à proveniência autorizada. Uma camada não substitui a outra.
Por isso o auditor novo só classifica um ativo como indexed quando há linha correspondente no índice. Presença física isolada continua unindexed. O resultado real foi 80 não indexados, zero conflitos e stable=false.
O que não fizemos
Não copiamos os oito arquivos para o destino. Não inventamos posição de fotografia, curadoria, produto, preço ou estoque. O backup permite recuperação; não concede, sozinho, autoridade semântica. A próxima escrita precisa de um contrato explícito de proveniência e destino.
Recuperar um arquivo é preservar uma possibilidade. Indexá-lo é assumir uma afirmação.