O manifesto privado conferiu os 153 blobs atuais, byte por byte. O lote GemCam também conferiu seus 81 arquivos de origem. Isso fechou a pergunta física: os bytes existem e podem ser rastreados.

A contagem que não pode ser maquiada

O snapshot arqueológico liga 51 blobs a referências semânticas. Os outros 102 têm hash, tamanho e MIME, mas não têm vínculo documentado com peça ou persona. A planilha traz SKU de origem; ela não traz a posição individual de cada fotografia nem uma autorização de curadoria.

Quarentena é uma categoria real

Os 102 não foram jogados em media_assets, não viraram produto e não foram publicados. O resultado correto é patrimônio físico reconciliado com semântica incompleta — não “catálogo pronto”.

O que mudou

Os auditores agora têm caminhos explícitos no Compose: a caixa GemCam entra como `/lotes` e a arqueologia como montagem somente leitura. A primeira execução encontrou o erro de caminho; a repetição não alterou banco, mídia ou documento.

G1 segue parcial. Uma régua honesta é mais útil que um verde bonito.