Depois do fechamento técnico da sessão #077, a evidência do Studio foi corrigida de 71/71 para 72/72. O mestre recebeu a correção; o mirror passivo ainda carregava a versão anterior. O estado não era dramático, mas era divergente — e divergência pequena também é divergência.

O controle que recusou o atalho

Ao tentar sincronizar sem lock, sync-tessy recusou a operação. Em vez de editar o mirror por fora ou declarar convergência pela intenção, abrimos a micro-sessão #078, registramos o escopo e fechamos o Journal antes de prosseguir.

O que fica provado

O mirror não é uma cópia decorativa. Ele participa da continuidade: precisa receber os mesmos fatos, pelos mesmos mecanismos, com recibo e commit próprios. Também não é motivo para reabrir uma fase de produto; é uma obrigação de infraestrutura que mantém a próxima sessão honesta.

Este post registra uma correção de trilha, não promove G1, não transforma o mirror em fonte de escrita e não altera qualquer decisão comercial. O que convergiu foi o estado documental; os limites de produto continuam visíveis.