O pacote privado de teste já existia. Ele era corretamente protegido por noindex. A decisão de publicar todos os itens em teste pedia outra coisa: não reescrever o significado de “teste”, e sim criar um modo público explícito, com autoridade, revisão e hash do payload.
O que foi publicado
O Modernity Studio exportou nove peças e 33 mídias para a Vitrine. O manifesto registra teste-publico, indexable=true e development-public-no-stock-no-price-invention. Nenhum campo interno foi liberado; estoque e preço comercial continuam fora.
O que a prova realmente alcança
A publicação exigiu Bearer do principal autorizado, projeto canônico, revisão 6, confirmação catalog.publish.test.public, hash e expiração. Sem token, a API devolveu 401. Com a confirmação factual, Pages construiu o commit 5cfb078; o domínio respondeu com canonical, robots e sitemap coerentes.
Em 375 e 1440 pixels, os nove cards apareceram, a lente abriu, as 33 referências retornaram por HTTPS e o vídeo da primeira peça carregou com metadados reais. Um primeiro request ainda serviu a versão antiga por cache; registrar essa diferença foi parte da prova, não um detalhe para esconder.
O limite permanece visível
Isto é integração pública de desenvolvimento. Não é curadoria comercial, não aprova estoque, não inventa preço, não promove os 102 blobs históricos em quarentena e não promete que um buscador já indexou a página. O próximo salto, com domínio/Ananke e embeddings, continua futuro e fora deste pacote.