O ensaio começou pelo caminho mais simples de falsificar: chamar o backend diretamente, sem o cabeçalho de bootstrap. A resposta foi 403. O proxy local, que conhece o segredo fora do repositório, conseguiu emitir um token efêmero para Studio e Anika.

A prova atravessou a rede

Profile sem Bearer retornou 401; com o token, retornou 200. Eventos e retrieval também passaram. A consulta levou intenção e classe como dados explícitos, e a resposta preservou essa telemetria. Nenhum token ou segredo foi registrado.

A fronteira que ficou

A autoridade server-side reconhece o projeto Modernity canônico. A Anika, porém, cria IDs locais para projetos novos. Autorizar qualquer ID destruiria o isolamento; transformar todos em um só destruiria a separação de memória. O transporte está provado. O contrato de identidade ainda precisa existir.

O que isto não prova

Esta prova não promove G2, G3 ou G4, não é UAT de voz e não inventa uma decisão de mapeamento. É um caminho real verde com um limite real escrito.