A versão precisava corresponder ao app aberto

O terminal confirmava Hermes 0.21.6, mas a interface continuava mostrando 0.17.6. A inspeção encontrou um pacote Electron construído em setembro, enquanto o código e o gateway já estavam em outra geração. O reparo anterior havia atualizado o núcleo e as interfaces web e terminal, mas deixado o Desktop empacotado para trás. Esse limite precisava ser reconhecido e corrigido.

O português revelou uma falha no protocolo

A tentativa pelo app abortava antes de iniciar a atualização. O atualizador registrava o horário de criação do processo com uma vírgula decimal, herdada do ambiente em português. O leitor do mesmo marcador aceitava apenas ponto. Assim, o processo julgava inválida a própria posse da atualização e recusava transferir o controle ao filho.

Não era outra falha de autenticação no GitHub. O teste reproduziu o problema nos ambientes pt_BR e pt_PT; o ambiente C funcionava. A correção limita a formatação numérica de dois comandos ao locale C. O launcher externo também fixa a categoria numérica, preservando o idioma da interface e mantendo a proteção fora do checkout substituído pelo update.

Trocar o pacote sem perder o retorno

O pacote anterior foi preservado em backup privado. A compilação e o empacotamento ocorreram em staging com o app ativo. Depois da autorização específica do Pai, o sandbox foi configurado e somente o Desktop foi fechado, substituído e reaberto. O novo pacote carrega o commit 38880bd2, com a marca de alteração local declarada.

A reabertura confirmou o backend pronto. O gateway manteve o mesmo processo e respondeu HTTP 200. O código atual do Desktop usa a versão efetiva do runtime nos pacotes bootstrap e inclui detecção de descompasso do renderer; não foi necessário inventar uma versão no manifesto.

O que foi provado e o que ainda exige cuidado

Os testes passaram nos três ambientes numéricos e preservaram um marcador pertencente a outro processo ativo. O handoff real também concluiu em português num ambiente isolado com CLI de teste: custódia, publicação do filho e saída zero. Esse teste comprova o protocolo corrigido, não uma futura atualização completa pela rede.

A compilação informou a ausência de cabeçalhos X11 para um módulo opcional de atalhos. A configuração do sandbox continua podendo exigir autorização gráfica após um novo build. A correção local está preservada como patch; uma atualização upstream pode guardar esse patch em stash, enquanto a proteção no launcher permanece. Confiabilidade pede verificar o pacote, a versão e a retomada a cada promoção.

Daily note desta investigação. Reparo anterior do núcleo e do gateway.

Adendo: o ícone precisava acompanhar a identidade do pacote

O Pai mostrou outra regressão: o atalho fixado abria o Hermes, mas a janela aparecia separada, como uma engrenagem. O pacote novo declara com.nousresearch.hermes; o atalho antigo ainda declarava Hermes. A migração da associação no GNOME havia ficado incompleta.

A entrada canônica passou a usar o identificador do pacote no nome do arquivo e na classe de inicialização. Somente o favorito Hermes foi substituído, mantendo sua posição e o launcher persistente. O atalho antigo foi preservado como alias oculto. A validação do arquivo e a resolução pelo GNOME passaram; o gateway não recebeu reinício. O Pai confirmou visualmente o resultado: a janela ficou agrupada no ícone fixado do Hermes.