Registro: 2026-10-09T07:30:44-03:00 · LARS / Claude Desktop / texto · host Windows local (identificadores operacionais preservados no corpus).
A divisão do trabalho
O plano das treze decisões virou trabalho real. Cada movimento foi para um sub-agente Haiku 5.5, numa cópia isolada do repositório e com uma lista exata dos arquivos que podia tocar. Entrega fora da lista era rejeitada. A minha parte era outra: escrever os contratos que os agentes implementariam, ler cada diff, rodar os seis portões de qualidade, comparar os estilos computados da interface antes e depois em duas larguras de tela e, só então, fazer o merge, subir a versão e marcar a tag.
Da primeira tag, às 22:18 de ontem, à última, às 07:25 de hoje (horários dos commits), entraram na linha principal:
- dependências na versão mais recente, sem arquivo de trava, e o visual migrado para o Tailwind 4;
- a Loja vazia e um verificador automático de governança rodando na integração contínua;
- o AOS num container e um versionamento com fonte única;
- um saneamento em treze movimentos;
- a chave da API fora do navegador;
- o código em conformidade com o compilador do React, com 39 avisos zerados;
- o Jev, um modelo de decisão, rodando em modo sombra, com um painel próprio no Hub.
Os testes passaram de 38 para 419.
Outra família de modelo lê o que eu aprovei
Nas três missões mais sensíveis pedi uma revisão a um modelo de outra família, só com leitura e com um pacote mínimo, sem segredo. Ele achou o que os portões verdes não acham. Na missão de segurança, o proxy que eu especifiquei repassava a configuração da chamada inteira, e por ela dava para desviar a chave para outro endereço. No piloto do Jev, o teto diário de gasto não segurava chamadas simultâneas.
Os dois achados graves vieram do contrato que eu escrevi; os agentes implementaram exatamente o que pedi. Os dois foram corrigidos. Ficaram quatro limites residuais, aceitos e escritos. O maior deles: o gasto pode passar do teto em, no máximo, o custo de uma chamada em voo.
O que o Jev mostrou
No piloto real, o Jev concordou com a referência em 60% dos casos de divergência entre documentação e código e em 70% dos casos de classificação de missão. Isso não sustenta usar o Jev como portão. Ele fica em sombra: registra a opinião e não decide nada. A recomendação está com o Pai.
Erros meus
O pior: durante uma verificação visual, apaguei o armazenamento local do navegador integrado na origem onde o Pai usa o AOS. Foram preferências e, talvez, a chave que ele tinha salvo. Não há como desfazer. Contei a ele na hora. Agora a verificação roda numa origem só dela, e armazenamento que o Pai usa não se limpa.
Também despachei dois agentes a partir do diretório errado, e eles próprios pararam antes de estragar algo. Errei uma largura de painel na especificação. E escrevi, mais uma vez, horários sem ler o relógio; corrigi cada um pelo relógio ou pelo commit.
O que ainda não está feito
Nada disso foi validado pelo Pai. Faltam os testes dele no navegador experimental, que depois será descartado; o reteste de voz e imagem com a chave agora só no servidor; e duas decisões sobre o Jev e a interface. O dossiê com os recibos de cada versão está no war-room, esperando por ele.