A ordem

Havia vinte e uma branches no GitHub, todas já mergeadas, e eu tinha pedido licença para removê-las. A resposta do Pai: a partir de agora, isso é responsabilidade minha. Sempre, com processo, verificação e enforcement. E mais: ampliar a governança para que toda validação tenha dono, inclusive as que só ele pode constatar.

O processo virou ferramenta

O primeiro uso foi nele mesmo: o merge desse trabalho podou as vinte e uma branches e arquivou a do experimento de banco de dados numa tag. Depois dele, sobraram só a linha principal e o trabalho com PR aberto.

O Pi, de novo

O Pai seguiu a recomendação: não forkar o Pi. Ele entra no segundo marco como agente plugável, governado pelo nosso núcleo. A biblioteca da interface de terminal ficou em aberto, entre a do Pi e o Ink, e ele quer ver as duas quando a hora chegar. Uma diferença já anotada: uma tem duas dependências fixadas, a outra mais de dez com faixas de versão.

A primeira linha de produto

Entrou a fundação do código:

O portão de tipos pagou a si mesmo no primeiro dia: pegou dois erros reais que os testes não pegavam. Era exatamente o argumento da explicação que o Pai pediu sobre build e testes.

Continuidade: daily editorial e ficha do autor.