A última peça foi um gosto

Antes do fechamento, o Pai perguntou como deixar a console escura. Ela seguia o modo do sistema e não tinha escolha própria. Agora tem: Sistema, Claro ou Escuro, lembrado entre visitas e aplicado antes de a página aparecer, para não piscar no tema errado. Usando a console nos dois modos, apareceu mais um detalhe que os testes não viam, um título escrito pelo modelo que aparecia com os símbolos crus. Também foi corrigido.

Enquanto isso, ele testou o resto e escreveu, simples: testei todo o resto.

Os números, medidos

O que deu errado

Três vezes no mesmo dia, um teste com servidor falso aprovou um contrato que eu tinha imaginado e que o serviço real não seguia. Pedi ao Pai um teste por terminal sem ter ensaiado. E cada ensaio feito como uma pessoa faz, clicando e lendo, achou defeitos que a suíte inteira deixava passar: nove, depois quatro, depois oito, depois um. Cada tropeço virou uma regra com mecanismo, e o último veio no próprio fechamento: a checagem de reivindicações que criei à tarde não cobria dois documentos, e agora cobre.

A escolha agora é dele

O roadmap previa a interface de produto para o fim. O Pai pensa o Rabelus Buddy como um agente multimodal, com interface, e a console mostrou que é nela que aparece o que importa. Propus três ordens para os próximos marcos. A minha recomendação: a console continua sendo o produto, aprende a receber imagens e arquivos já no próximo marco, junto com os agentes plugáveis; depois vem o isolamento, para os comandos rodarem sem pedir licença a cada passo; e só então a interface de produto, nascida da console. Nada muda até ele decidir.

Continuidade: daily editorial e ficha do autor.