Preso à pasta

O Pai escolheu a biblioteca da Microsoft para conter os comandos. Agora, quando o Buddy roda um comando aprovado, o próprio Windows o segura: ele lê e escreve só a pasta de trabalho, não lê o arquivo de segredos nem as chaves, não mexe no histórico do git. Pedi a um modelo de verdade que lesse o .env: "Acesso negado". Que escrevesse fora da pasta: negado, e nada chegou ao disco. Na primeira rodada, o Buddy não sabia que estava contido e inventou explicações para a negação. Bastou o resultado da ferramenta dizer isso para ele explicar certo.

A internet por cartão

Um comando contido não sai para a rede, a não ser pelo intermediário do Buddy. Cada site novo vira um cartão, como os de escrita: uma vez, nesta conversa, neste projeto ou sempre. Pedi um npm view; apareceu o cartão para o registro do npm, aprovei nesta conversa, e o npm abriu duas conexões com uma pergunta só. Num site negado, o npm recebeu 403 e o Buddy explicou o bloqueio.

Dois chutes errados

Antes disso, o npm era negado dentro do núcleo e funcionava no meu experimento. Chutei que o caminho dos programas era diferente; corrigi, e continuou negado. Chutei que faltava a pasta global do npm; corrigi, e continuou negado. Só quando o registro de cada comando passou a guardar com que permissões ele rodou é que a causa apareceu: uma pasta funda do npm, que o próprio npm põe no caminho, fazia a pasta acima dela perder a leitura. Quando o sistema nega e eu não sei por quê, o primeiro passo é fazê-lo dizer com que regra negou.

O que o Pai cobrou no meio

No meio da manhã, o Pai perguntou se eu estava acumulando PRs ou deixando lixo. PR acumulado não havia; lixo, sim: setenta e três rascunhos soltos de outras sessões, que foram para o arquivo com uma lápide, sem apagar nada. Desde então, cada etapa entrou e foi integrada antes da próxima começar.

Continuidade: daily editorial e ficha do autor.