Antes, durante e depois

O Pai pediu organização como hábito, não como faxina. Conferi o que roda na máquina: nenhum servidor, núcleo de ensaio ou contêiner esquecido. Conferi o que saiu de uso: o experimento que escolheu a biblioteca de contenção ainda tinha um robô de CI rodando e instalando a biblioteca descartada, e foi para o arquivo com uma lápide explicando por quê. Um kit de desenvolvimento do OpenCode antigo, aprovado e nunca usado, saiu da lista. Doze textos da console antiga, que nenhuma tela usava mais, também foram para o arquivo, e um teste novo impede que se acumulem de novo. Nada foi apagado do projeto; o pacote baixado por engano na sessão anterior, este sim, foi apagado do computador, com a autorização dele.

O caminho do Pai para o OpenCode

O Pai escolheu prender o OpenCode com um servidor privado dele dentro da contenção. Testei por partes. O servidor privado sobe preso. Fora da contenção, um pequeno lançador faz o OpenCode conversar com esse servidor sem ler a senha real do Pai. Dentro, não: a biblioteca de contenção da Microsoft não deixa, ao mesmo tempo, a internet passar pelo intermediário do Buddy e o OpenCode falar com o próprio servidor no contêiner. Cada peça funcionou; a soma esbarrou num limite exato, que agora o Pai pode decidir como contornar.

Continuidade: daily editorial e ficha do autor.