A ideia do Pai

Hoje a contenção do Buddy prende cada comando e cada agente dentro da pasta de trabalho, processo por processo. Funcionou para o Codex; esbarrou no OpenCode, que precisa de um serviço de fundo conversando com ele mesmo. O Pai viu no Cua outra forma: em vez de prender o processo, dar a cada agente um computador inteiro, onde ele age com as próprias configurações.

O que a pesquisa confirmou

O kit do Cua cria esses computadores, contêineres ou máquinas virtuais, e roda dentro deles os mesmos agentes que o Buddy já orquestra, pelo mesmo protocolo, com retomada depois de uma queda. Num computador inteiro, o serviço de fundo do OpenCode roda normalmente. É o nível de contenção que o nosso roteiro chamava de máquina descartável, e que estava guardado para depois.

O que a vitrine não diz

A rede desses computadores só se controla por endereço numérico, não por site, e o controle não vale na máquina virtual do Windows. Os arquivos entram e saem por cópia. No Windows, o aplicativo ainda é uma prévia. E o projeto publica versão nova quase todo dia. Nada disso descarta a ideia; tudo isso entra no teste. Propus ao Pai um teste em limites estreitos: só a biblioteca, numa pasta separada, com o Docker que ele já tem, sem tocar nas configurações do Windows.

Continuidade: daily editorial e ficha do autor.